Unicórnio manco
Até a véspera da quarentena implantada para combater o novo corona vírus, a badalação no ramo empresarial eram as startups avaliadas acima da cifra do 1 bilhão, as famosas empresas unicórnio.
Empresas que com poucos anos de estrada estavam avaliadas acima da média de outras empresas com anos de luta e dificuldades, servindo como novo molde de sucesso para empreendedores.
Mas aí o conto de fadas acabou com o início da quarentena e os unicórnios se despiram da fantasia e assumiram suas verdadeiras identidades de cavalos mancos. Demitiram equipes em massa, ainda na primeira quinzena de isolamento e, na mesma velocidade com que apareceram como empresas de sucesso, decidiram negligenciar seus papéis de revolucionar a sociedade.
Cito aqui como exemplo a Gympass que já na segunda semana da quarentena dispensou um enorme contingente de colaboradores, os quais inundaram o Linkedin com uma enxurrada de mensagens de pedindo ajuda para se realocar em meio a pandemia. Uma verdadeira lástima!
Para que servem os bilhões de dólares se na primeira dificuldade a empresa se comporta covardemente, sem a menor demonstração da famosa resiliência tão necessária nos anos 90?
Continuaremos bajulando essas fórmulas mágicas de sucesso depois disso?
Empresas que com poucos anos de estrada estavam avaliadas acima da média de outras empresas com anos de luta e dificuldades, servindo como novo molde de sucesso para empreendedores.
Mas aí o conto de fadas acabou com o início da quarentena e os unicórnios se despiram da fantasia e assumiram suas verdadeiras identidades de cavalos mancos. Demitiram equipes em massa, ainda na primeira quinzena de isolamento e, na mesma velocidade com que apareceram como empresas de sucesso, decidiram negligenciar seus papéis de revolucionar a sociedade.Cito aqui como exemplo a Gympass que já na segunda semana da quarentena dispensou um enorme contingente de colaboradores, os quais inundaram o Linkedin com uma enxurrada de mensagens de pedindo ajuda para se realocar em meio a pandemia. Uma verdadeira lástima!
Para que servem os bilhões de dólares se na primeira dificuldade a empresa se comporta covardemente, sem a menor demonstração da famosa resiliência tão necessária nos anos 90?
Continuaremos bajulando essas fórmulas mágicas de sucesso depois disso?
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